Pretende-se,neste blog, não só evidenciar a beleza que nos rodeia como, ainda,chamar a atenção para pormenores que, normalmente, passam despercebidos
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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Inigmas da Natureza

 imagem 1

 A beleza está em qualquer lado. Os nossos olhos é que nem sempre a veem. Conseguiam adivinhar a que foi tirada a imagem nº. 1 se não vissem a nº. 2?



 imagem 2

Um simples buraco, numa árvore, pode transmitir-nos muito e albergar um mundo desconhecido. Se parássemos, alguns minutos, a observar o que nos rodeia, talvez nos enchêssemos de energia para bloquear a negatividade.
 


sábado, 2 de janeiro de 2016

Abraçar uma Árvore

Abraçar uma árvore traz inúmeros benefícios ao corpo e à mente além de ter efeito refrescante. O coala abraça-as nos dias  quentes, para se refrescar.
Passear nas florestas activa a circulação sanguínea, aumenta o número de células vermelhas do sangue, facilita a respiração, ajuda no sono e retarda o envelhecimento.
Abraçar árvores enche-nos de energia positiva, entre elas o limoeiro, o pinheiro, o carvalho, o castanheiro e o salgueiro.
Para os celtas o significado de algumas plantas e árvores era:
Bétula: um símbolo do renascimento, da purificação, do conhecimento e da pureza.
Amieiro: um símbolo de proteção espiritual e de poderes oraculares.
Salgueiro: recorda os aspectos lunares e femininos de vida e a inspiração poética.
Fraxinus: símbolo da iniciação e do renascimento.
Espinheiro Branco: símbolo da pureza, viagens interiores e intuição.
Carvalho: símbolo de poder, energia e sobrevivência.
Aveleira: propícia à meditação, incentiva a sabedoria interior, a intuição e o poder da adivinhação.
Macieira: ajuda na tomada de uma decisão importante.
Abrunheiro: útil em caso de ter que lidar com más influências externas.
Sabugueiro: símbolo da vida e da regeneração.
Sempre que tiver um dia difícil,  abrace uma árvore. 
Brown Eyes

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cândido Guarda-sol (Pinheiro-Manso)

O pinheiro-manso (Pinus pinea) é uma espécie de pinheiro originária do Velho Mundo, mais precisamente da região do Mediterrâneo. Desde a pré-história que esta árvore é aproveitada como fonte de alimento, devido aos pinhões (frutifica a partir dos 15 a 20 anos)  que produz, sendo uma espécie bastante disseminada.
Vive cerca de 250 anos e pode exceder os 78 metros de altura, embora normalmente seja de menor dimensão - entre 12 e 25 metros. Possui copa densa, ampla, arredondada, em forma de guarda-sol, com o tronco curto e largo, culminando numa copa bastante plana.
Folhas persistentes, acículares (em forma de agulhas),  contendo canais resiníferos marginais, agrupadas aos pares com 10 a 18 cm de comprimento e 1.5-2 mm de largura, ligeiramente torcidas, agudas, encurvadas em goteira, flexíveis, luzidias, de cor verde-acinzentadas. Persistem três a quatro anos.
Floração monóica (flores masculinas e femininas reunidas num mesmo pé): As flores masculinas  estão dispostas em inflorescências amarelas com forma de espiga na base dos raminhos do ano; As flores femininas, verdes, erguidas sobre curto pedúnculo, dispostas em inflorescências na extremidade do rebento anual. A floração ocorre de Março a Maio, enquanto que a maturação das pinhas dá-se três anos mais tarde.
O interesse económico dos extensos pinhais reside no aproveitamento do pinhão e da madeira. Protege os solos arenosos  fixando as dunas. É resistente à poluição urbana. 
Brown Eyes
Montanha

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Árvore do Pão (Castanheiro-Vulgar)


Castanheiro-vulgar, castanheiro-comum, reboleiro, nomes pelo qual é conhecido, pertence á família das Fagáceas, da sua-família Castaneoideas e do género Castanea, é uma árvore caducifólia de porte mediano podendo atingir 25 a 30 m de altura, imponente quando adulta e se estiver isolada. Espécie monóica, cada indivíduo apresenta órgãos sexuais dos dois sexos, com floração de Maio a Junho. Ambas as flores encontram-se no extremo dos ramos; as masculinas amarelas estão dispostas em amentilhos compridos e erectos, possuem cerca de 10 a 20 estames; as femininas, reunidas numa cúpula espinhosa verde, encontram-se na base dos amentilhos, possuem entre 7 a 9 estiletes estreitos e brancos e são rodeadas de folhas verdes modificadas (brácteas).
Os seu frutos, aquénios castanho-brilhante (castanhas), agrupam-se em número de 1 a 3, encerrados por cúpula, primeiro verdes, depois castanhas e cobertas de espinhos (o ouriço), que possui 4 valvas lobadas por onde são libertadas as castanhas aquando a maturação entre Outubro e Novembro. Frutifica regularmente após os 20 anos.
Ao povoamento de castanheiros vocacionados para à produção de castanhas, dá-se o nome de “souto manso” enquanto que o povoamento vocacionado para produzir madeira é o “castinçal”.
Desde o Paleolítico que o castanheiro acompanha o Homem e tem para ele uma importância crucial. As tribos pré-romanas chamavam-lhe a árvore do pão, já que o seu fruto, a castanha, era um alimento rico e um importante meio de subsistência para os exércitos em campanha. Foi um dos mais importantes farináceos em muitas regiões, antes da chegada da batata e do milho à Europa. Desde tempos imemoriais que a castanha é um produto de base na alimentação dos homens e dos animais, sendo confeccionada de todas as formas possíveis: crua, cozida, assada, em doces, em sopas, e como guarnição de alguns pratos. Antigamente, quando a produção do ano não era totalmente consumida, a que restava era transformada em “castanha pilada”, seca ao fumo, de forma a poder ser consumida mais tarde. Outro processo de conservar as castanhas é colocá-las em panelas vidradas bem tapadas ou em potes de barro cheios de areia.
Os ouriços e as folhas do castanheiro são aconselháveis para, através de infusão, combater a faringite e até mesmo a caspa do cabelo.
Brown Eyes
Montanha

quinta-feira, 15 de julho de 2010

As Sâmaras do Mito (O Freixo)

O freixo (Fraxinus excelsior), hermafrodita,  da família das Oleáceas, uma árvore de solos frescos e profundos, de porte médio, cerca de 25 metros de altura, de folha caduca que vive até 250 anos. A casca adquire (com a idade) sulcos profundos, verticais e é castanha-escura acinzentada. As folhas são verdes e utilizadas como alimento para o gado. As flores, que não têm cálice nem corola, são em cachos, pendentes. Os frutos são sâmaras (pequenas sementes envolvidas por uma pele semelhante a uma folha em forma de asa, com 5 cm , o que favorece o arrastamento pelo vento).
Com as suas extensas raízes, contribuem para segurar o solo, evitando a erosão; característica que é muito útil nas regiões onde há quedas de neve, frequentes, e consequentes degelos.
A madeira é flexível, dura, densa, pesada, porosa, de som estridente. Em países onde é comum, é  usada como lenha, arde relativamente bem, mesmo quando está verde. Devido à sua alta flexibilidade e resistência (não parte facilmente), é usada tradicionalmente para cabos de ferramentas, raquetes de ténis, tacos de bilhar e sinuca. É também usada em instrumentos musicais, principalmente guitarras e revestimento de móveis de escritório.
Muitas espécies de freixos segregam uma seiva açucarada que os gregos chamavam de méli, "mel", como designam o mel de abelhas. Ambos os tipos de mel eram considerados, por eles, como manifestação da ambrósia dos deuses (o manjar dos deuses do Olimpo vedado aos mortais, tão  poderoso que se um mortal o comesse ficaria imortal e sentiria uma felicidade extrema), caída dos céus.
As suas folhas,  utilizadas em chá são  diuréticas, curam a gota e o reumatismo, combatem a obstipação e o colesterol. A casca faz baixar a febre e auxilia a cicatrização de feridas.

Brown Eyes

Montanha

terça-feira, 13 de abril de 2010

Brancura Nutriente (A Ameixoeira)

A flor da ameixoeira (cujo fruto é rico em magnésio, sódio e potássio, com propriedades laxativas, recomendável contra afecções de carácter inflamatório, vias urinárias, desobstruente do fígado, depurativa do sangue e desintoxicante do aparelho digestivo),  serve de alimento a uma abelha europeia (apis mellifera), a mais importante agente de polinização, transportando o pólen nos pelos das patas de trás . Uma abelha visita dez flores por minuto, em busca de néctar, faz quarenta voos por dia, tocando 40 mil flores. Recolhe o néctar, com a tromba sugadora, do fundo de cada flor, guarda-o numa bolsa localizada no fundo da garganta e volta à colmeia. Aí o néctar vai passando de abelha em abelha, momento em que se evapora a água que contem e transforma-se em mel. Quando uma abelha encontra um manancial de néctar, costuma chegar à colmeia e proceder a uma dança indicadora,  para as outras obreiras, da distância e do local preciso do mesmo.
Brown Eyes
Montanha

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Beleza Persa (A Ameixoeira dos Jardins)

A ameixoeira-dos-jardins ou abrunheiro-dos-jardins é uma planta da  família das Rosáceas - que se caracteriza pelas flores terem 4/5 pétalas e 4/5 sépalas - que Pissard (jardineiro-chefe do Xá da Pérsia, quem enviou o primeiro exemplar  para o jardim botânico Carrière, em França) criou a partir da variedade cultivada da ameixoeira (Prunus cerasifera).
É uma árvore de folha caduca, de copa arredondada, de tamanho pequeno/médio, podendo atingir os 8 metros de altura. É de crescimento rápido,  pode viver até aos 80 anos, suporta bem a difícil vida urbana, em particular a poluição, doenças e secas, oferecendo-nos uma extraordinária floração branca-rosada (entre finais de Janeiro e Março) e uma distintiva cor de folhas vermelho-acastanhada (que aparecem depois da floração). Os frutos são umas pequenas ameixas (drupas, com um só caroço) escuras, amargas, mas boas para fazer doces e compotas.
Brown Eyes 
Montanha

terça-feira, 23 de março de 2010

Nevão Lendário (A Amendoeira)

 
A amendoeira, Prunus dulcis, é uma árvore de folha caduca, família das Rosacease, conhecida desde a antiguidade. Mede entre 4 a 10 metros de altura, possui folhas finas com serrilha e flores brancas ou cor de rosa, que florescem em Fevereiro ou Março e não é uma espécie autóctone.  Originária do extremo oriente e introduzida pelos árabes (quem não conhece a lenda do jovem rei Ibn-Almundim que se apaixonou perdidamente pela princesa nórdica Gilda) é, ainda, uma imagem de marca do Algarve e da região do Douro.
A sua madeira, muito forte, é preferida para construções em contacto com a água (engenhos de moinho e noras) e o seu fruto, a amêndoa, doce ou amarga, é super energética, rica em fósforo, zinco, magnésio, ferro, potássio e cálcio, é utilizado na culinária, doces e salgados, sendo, ainda, a amêndoa doce, consumida regularmente, óptima para o combate às dores e azias do estômago, para resolver problemas hepáticos, infecções intestinais.O seu leite e óleo são magníficos hidratantes e protectores da pele.
O cianeto (ácido prússico, cianídrico e cianureto de potássio), são venenos obtidos da amêndoa amarga (encontrados, também nas sementes da maçã, mamona e pêssego, grãos húmidos de linhaça) que matam por asfixia, devido à habilidade do íon (CN–1) em se combinar com o ferro da hemoglobina, bloqueando a recepção do oxigênio pelo sangue. Estes foram alguns dos gases utilizados por Hitler nas câmaras de gás dos campos de concentração nazistas. Há quem defenda que a mastigação de amêndoas amargas, faz desaparecer rapidamente a bebedeira.
Brown Eyes
Montanha

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Nozes Reais (Noz de Galha)

Noz de galha, galha ou bugalho, forma-se, normalmente sobre ramos e folhas. Desenvolvem-se, em algumas espécies de árvores do género Quercus (carvalhos, sobreiros e azinheiras). Este é de um carvalho, o rei das árvores, em resposta à postura de ovos por pequenas vespas. Estas desenvolvem-se e alimentam-se no seu interior, onde passarão por todas as fases das suas metamorfoses: larva, ninfa e insecto adulto. Os bugalhos constituem um verdadeiro ecossistema em miniatura. 
Em Portugal, as crianças utilizavam os bugalhos como berlindes ou, construíam  moinhos de água, nas levadas dos lameiros, com que brincavam. Diluídos em vinho e fixados com minerais eram, na Idade Média, um pigmento usado no fabrico de tinta. 
Brown Eyes
Montanha

domingo, 10 de janeiro de 2010

O Brilho do Tempero (Loureiro)

O brilho das folhas,  com odor característico,  do loureiro, espécie originária do Mediterrâneo, árvore da família botânica das Lauraceae, representada por mais de 2000 espécies, a grande maioria árvores e arbustos. 
Elaborado para Fábrica de Letras. Tema: Beleza
Brown Eyes
Montanha

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Oportunidade Singular (Chorão)



A oportunidade que um tronco de chorão, salgueiro-chorão ou salso-chorão (Salix babylonica), uma árvore nativa do norte da China, caducifólia, nos oferece de obter uma imagem singular.
Elaborado para Fábrica de Letras. Tema: Beleza
Brown Eyes
Montanha